Mostrando postagens com marcador Paraíba. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paraíba. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Prefeito Fábio Tyrone vai a Câmara Municipal de Sousa discutir o turismo da cidade.


Na sessão realizada na tarde de ontem sexta-feira (07/10) na Câmara de Vereadores de Sousa foram discutidas as possibilidades turísticas do município, e como fazer a cidade avançar se utilizando de suas reservas naturais.


O Prefeito de Sousa Fábio Tyrone destacou a potencialidade turística que Sousa dispõe.


“A cidade tem o Vale dos Dinossauros, o Perímetro irrigado de São Gonçalo, que com a “Rodovia da Produção”, poderá ganhar hotéis fazendas, para atender aos turistas”. Declarou.


O Prefeito ainda lembrou que a cidade conta hoje com uma rede hoteleira e de restaurantes que não fica atrás de outros lugares que sabem explorar melhor o turismo.


“Outras cidades sabem melhor explorar e divulgar suas potencialidades turísticas. Nós ainda temos muito para avançar, e precisamos estar unidos, poder público e sociedade, para trazermos os turistas para Sousa, não só para conhecer o nosso vale, mas também para ficarem aqui e aproveitar todas as coisas boas que temos a oferecer”. Ressaltou.


Um outro problema também discutido foi a situação que o Vale dos Dinossauros se encontra atualmente, com sérios problemas de infraestrutura, danos causados às pegadas pré-históricas pelas chuvas, e a falta de investimentos na recuperação do parque e que também foram abordados na seção.


O Vale dos Dinossauros é administrado pela SUDEMA, que anunciou um investimento emergencial de cerca de R$ 700 mil reais até o final do ano, e início do próximo.


Fonte: Portal950

sábado, 8 de outubro de 2011

Exclusivo: Encontradas pequenas pegadas de dinossauros na Bacia do Rio do Peixe



Luiz Carlos da Silva Gomes

Desde muito tempo atrás os agricultores da Bacia do Rio do Peixe usam lâminas de rochas sedimentares para a construção de cercas, de moradias rurais e os mais diversos usos afins porque fornecem cortes perfeitamente cretos e planos.

Com os pedaços de rochas sedimentares cortados, vão juntos desde pegadas de dinossauros a outras ocorrências da paleontologia que no desconhecimento dos sertanejos nem sabem distinguir o que seja ou pegada ou uma depressão geológica erosiva na rocha cretácea.

“Já há alguns dias passados percorrendo roças encontrei ao pé de cercas pedaços de rochas contendo pequenas pegadas de dinossauros”.

“Num pedaço de rocha há uma pequena trilha com três pegadas em linha reta. Já em outro duas
pegadas preenchidas por sedimentos, seguindo em sentidos opostos, muito interessantes e por que não dizer: inéditas”. “Antes, havia encontrado pegadas idênticas as que achei em pedras soltas ao pé de cercas nos sítios Juazeiri nho e Araçás, no município de São João do Rio do Peixe - PB” (fotos).



No passado o paleontólogo Giuseppe Leonardi catalogou inúmeras pegadas de dinossauros que existiam em cercas de pedra no sitio Cabra Assada, no município de São João do Rio do Peixe. Com a construção da BR-405/PB essas cercas foram totalmente destruídas porque estavam no leito da nova rodovia.

Vale destacar que essas preciosidades da paleontologia que se encontra em tais condições, ou seja, passíveis a destruição, fornecem preciosas informações de interesse científico, carecem, entretanto de serem levadas para museus preferencialmente localizados na Bacia do Rio do Peixe, com a indicação dos locais onde foram encontradas para a admiração do público em geral e futuras pesquisas sobre o Vale dos Dinossauro.


Corpo de Bombeiros faz inspeção no Vale dos Dinossauros

Dando continuidade às inspeções em pontos turísticos do Estado, o Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba, por meio dos integrantes da 2ª Companhia, instalada em Sousa, esteve no início da tarde desta sexta-feira (7) no Vale dos Dinossauros, na cidade de Sousa. Os militares verificaram as condições das pontes, das grades de proteção e trilhas utilizadas pelos visitantes.

As inspeções estão sendo realizadas por determinação do comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Jair Carneiro de Barros, com o objetivo de garantir a segurança dos visitantes de locais turísticos da Paraíba. O trabalho foi iniciado no final do mês passado, em Guarabira, quando os bombeiros do 3º Batalhão estiveram no Santuário de Frei Damião (o local, desde a sua inauguração, em 2004, já recebeu mais de 200 mil turistas e fiéis).

Para agilizar o atendimento às ocorrências na região de Sousa, além do pessoal que fica no quartel, o Corpo de Bombeiros mantém um ponto base próximo à saída para Uiraúna. “Estamos cumprindo determinação do governador, que quer os órgãos de segurança mais próximos do povo”, disse o major Carlos Jean, comandante da ação no Vale dos Dinossauros

Assessoria de Comunicação da 1ª CRBM com Secom/PB

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Vale dos Dinossauros è Destaque no site UOL






Siga pegadas pré-históricas no Vale dos Dinossauros em Sousa, no sertão da Paraíba


Diz a tradição local que em 1897 um velho tropeiro viajante chegou em casa com a notícia de que havia encontrado imensos rastros de bois e emas sobre pedras do sertão, no extremo oeste da Paraíba.


Os boatos correram e já se dizia que eram marcas deixadas por um lobisomem ou alguma alma que vagara por aquelas terras distantes. Mas aqueles misteriosos sinais tinham pouco de sobrenatural e eram pistas do plano terreno mesmo: pegadas de dinossauros, cuja veracidade seria confirmada pelo geólogo Luciano Jacques de Moraes, em 1924.


A história ficou submersa, literalmente, por alguns anos devido à falta de interesse local ou de estudos paleontológicos sérios até que o século seguinte fosse marcado por descobertas que colocariam o local entre os sítios paleontológicos mais importantes do planeta.


Localizado em Sousa, a 444 km de João Pessoa, a capital da Paraíba, o Vale dos Dinossauros possui 40 hectares de extensão e abriga pegadas pré-históricas sedimentadas no solo como as do iguanodonte herbívoro, um animal de 3 metros e que chegava a pesar 4 toneladas, e de ferozes carnívoros como o velociraptor ou o pterossauro.


Os nomes complexos, acompanhados de descrições detalhadas sobre o cotidiano daqueles seres dadas pelo guia, nem sempre empolgam, mas ver de perto rastros de, aproximadamente, 110 milhões de anos pode ser uma das experiências mais inusitadas do interior do Nordeste brasileiro, mesmo após uma viagem de quase seis horas por uma das regiões mais quentes daquele estado e a estrutura precária do parque que, segundo funcionários locais, deve ser melhorada com a parceria de uma empresa privada.


O local, que faz parte de uma grande área de 700 km², conta com três passarelas para observação de pegadas e de 13 placas no solo que, juntas, totalizam 130 milhões de anos de informações geológicas; um pequeno centro de visitantes com um acervo formado por peças como uma árvore fossilizada de 110 milhões de anos e recortes de pedras com outros tipos de pegadas animais.


A região parece mesmo ter talento para os temas misteriosos e abriga também um hotel tradicional cujas águas locais possuem poderes terapêuticos. Inaugurado no início da década de 40, o estabelecimento se localiza na zona rural de São João do Rio do Peixe e é conhecido pelas cinco fontes termais e pela argila medicinal utilizada em tratamentos de doenças de pele ou de beleza.


Segundo estudos feitos ainda na década de 30 do século passado, aquelas águas têm origem filoniana e atingem a superfície a partir de uma fenda geológica que seria resultado de antigas manifestações vulcânicas.


Para completar o clima histórico desse estabelecimento, cuja administração está sob os cuidados do governo paraibano desde 1964, a estância termal está construída na mesma região onde um dia funcionara a fazenda das freiras do Convento da Glória, doada por padres jesuítas e inspiração suficiente para que o hotel tivesse evidentes referências a aquele tipo de construção religiosa.


Em território tão árido e distante, o melhor programa ainda é ver rastros de dinossauros e tomar banhos em águas cujas temperaturas variam, naturalmente, entre 35o e 37o. Nem a imaginação fértil daquela gente do final do século 19 foi capaz de imaginar tantas boas e misteriosas histórias para aquelas terras.



Veja fotos no endereço:

http://viagem.uol.com.br/ultnot/2011/07/26/na-pegada-dos-dinossauros-do-sertao-do-extremo-oeste-da-paraiba.jhtm

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Marcondes Gadelha participa do prog. Bastidores da Tv Master do Pe Albeni que leu uma pergunta do telespectador do Grupo G.A.S - Grupo Amigos de Sousa

No programa Bastidores da Tv Master do último dia 5, com o entrevistado Macondes Gadelha, o padre Albeni leu uma pergunta via torpedo de um telespectador do Grupo Amigos de Sousa – www.soudoidoporsousa.blogspot.com

A Pergunta foi a seguinte:


- “ Pergunte a Marcondes se a verba pro Vale dos Dinossauros sai ou não sai.”


A resposta foi: - “A verba dos Dinossauros já saiu! Não foi aplicada infelizmente até agora!”


Veja o vídeo e tire suas conclusões: Onde está esse dinheiro? R$ 1.800.000,00 é muito dinheiro pra não saberem do paradeiro. Marcondes fez a parte dele em mandar a verba para o Governo Estadual (Secretaria de Turismo), resta apenas rastrear esse dinheiro a partir do número da Emenda. Com certeza o nosso “eterno senador” sousense irá nos mostrar o “caminho das águas” para que possamos chegar ao paradeiro final da verba pro Vale que tanto necessita de ajuda. Será que a verba se encontra ainda depositada em Banco? Terá essa verba voltada à origem por falta de algum detalhe no projeto ou simplesmente ela se “escafedeu” nos trâmites burocráticos/políticos? Com a palavra o dr. Marcondes, o Governo do Estado ou o Ministério Público Federal.


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Criação do Geoparque Vale dos Dinossauros. Luiz Carlos Comenta esse sonho em Sousa

O Vale dos Dinossauros no que pese a fama de reconhecimento mundial a partir das publicações do paleontólogo Giuseppe Leonardi, salvo uma sugestão ou outra de publicações para ser visitado, não tem aparecido na mídia como um lugar que esteja apto no momento para receber turistas seja do Brasil ou do exterior. Não preciso repetir aqui o péssimo estado de conservação de suas instalações de infra-estrutura turística que já são do conhecimento público.

O nosso Vale dos Dinossauros que poderia – e ainda deverá ser – um grande gerador de emprego e rendas para os diversos segmentos da economia sousense tem recebido até aqui pouca ou nenhuma atenção a altura de suas necessidades enquanto santuário da paleontologia brasileira. Ora são pegadas que se desmancham pela erosão, ora sob estradas que passam sobre pegadas.


Enfim, onde estão as políticas de preservação dos nossos sítios arqueológicos?


Aliando-se a esse descaso, gerenciamento sem os conhecimentos mínimos necessários tem contribuído para chegar ao caos em que se encontra a nossa principal atração turística.


Espera-se, que após a aplicação dos valores que já foram anunciados oriundos de emenda do deputado federal Marcondes Gadelha e da Petrobrás, possa enfim, serem construídas as obras estruturais destinadas ao ecoturismo satisfazendo-se ainda todas as carências atualmente existentes.


GEOPARQUE

O Vale dos Dinossauros, já por si, por suas relíquias paleontológicas já tem todas as condições indispensáveis para ser proposta a criação de um Geoparque a UNESCO seja por lei municipal ou estadual. Passará assim após a aprovação da UNESCO a integrar uma rede mundial de Geoparques.

Além das pegadas dos dinossauros, existem no sertão da Paraíba diversos sítios arqueológicos com evidencias da presença humana há milhares de anos antes da chegada da Cabral.


Na Serra Branca (Vieirópolis-Pb) o arqueólogo Eugenio Pacelli fez uma datação com o Carbono 14 de fogueira em uma caverna com pinturas rupestres datada de 7.600 anos atrás.


Adicionalmente, um Geoparque deve servir à popularização das geociências, educação ambiental e cultural e promoção da pesquisa científica. “Por fim, cabe destacar que essas são as premissas para um proposto Geoparque submeter-se à candidatura de Geopark da UNESCO”.


O Vale dos Dinossauros ainda será sem dúvida, uma das maiores atrações turísticas do Brasil, paralelamente servindo a pesquisa arqueológica.


Luiz Carlos da Silva Gomes
Presidente da MoviSauro

Fonte: site http://folhadosertao.com.br/

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Documentário sobre o Vale dos Dinossauros participa de Mostra Internacional em São Paulo




O documentário “O Velho do Rio” que narra à história de Robson Araújo Marques na sua luta diária, no leito do Rio do Peixe, na preservação e divulgação dos rastos pré-históricos de dinossauros, foi selecionado para representar a Paraíba na I Mostra Audiovisual Internacional em Arqueologia – MAIA, promovida pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, em São Paulo.

O curta metragem de 20min tem como diretor o vídeoasta e documentarista, natural da cidade de Aparecida-PB e hoje residindo na cidade de Sousa-PB, Leonardo Alves. O documentário foi gravado no Vale dos Dinossauros em Sousa. Recentemente o filme participou do Festival ArtDeco de Cinema, também realizado na capital paulista, onde, na oportunidade, foi indicado pelo júri popular do festival ao Prêmio Incentivo a Produção Documental Brasileira.


De acordo com os organizadores, a MAIA, em sua primeira edição, acontece no contexto da II Semana de Arqueologia, realizada no mesmo período, uma importante iniciativa conjunta de alunos de pós-graduação em arqueologia da USP. A Mostra abre a tela do CINUSP à exibição de produções audiovisuais de diversas experiências em arqueologia no Mundo. As sessões serão acompanhadas por debates com a presença de arqueólogos, documentaristas, produtores audiovisuais e educadores, constituindo-se um novo canal de diálogo e troca entre experiências no universo da arqueologia, aproximando-a do publico.


Segundo o diretor Leonardo Alves, a Mostra não é competitiva, mas sim um evento aberto à difusão de produções audiovisuais relacionadas à arqueologia, em sua amplitude de estudo e atuação e é espaço extremamente importante para divulgação nosso Parque Vale dos Dinossauros para arqueólogos de várias partes do Mundo presentes ao evento.


I MAIA será realizada no período de 30 de maio de 2011 a 03 de Junho de 2011. O documentário o Velho do Rio será exibido no dia 02 de junho, ás 19hs, no CINUSP da Universidade de São Paulo.


VEJA O VÍDEO ABAIXO:

Leonardo Alves com Oberadeiro

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Açude de São Gonçalo chega a sua capacidade máxima e é atração turística no sertao da PB





O açude de São Gonçalo no município de Sousa atingiu a sua capacidade máxima na manhã desta quinta-feira, alcançando o volume de 44.600.000 m3 de água.

Nas últimas horas o manancial que abastece as cidades de Sousa e Marizópolis acumulou cerca de 60 cm de água o que provocou uma lâmina de sangria de 1 cm, segundo informações repassadas por uma equipe do DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra a Seca).

O espetáculo das águas atraiu centenas de pessoas que se dirigiram ao perímetro irrigado de São Gonçalo, 17 km da zona urbana de Sousa. Agentes do Corpo de Bombeiros e membros da Polícia Militar farão plantão nas próximas horas no local, orientando para que banhistas não se arrisquem na sangria do açude que pode aumentar nos próximos dias com mais chuvas previstas para a região.

Há cerca de duas semanas, um ex-presidiário veio a óbito nas águas do açude que chama atenção de banhistas de Sousa e toda a região. A cada inverno, casos de afogamento são registrados no perímetro irrigado e as autoridades este ano começaram o trabalho preventivo para evitar tragédias.

Segundo dados revelados pelo DNOCS, a maior sangria da história do açude de São Gonçalo foi registrada na década de 80, mais precisamente em 1985, quando o manancial chegou a uma lâmina de sangria de 1, 83 cm.

Nos últimos anos o açude chegou a sua capacidade máxima várias vezes, com destaque para o inverno de 2008, quando o reservatório transbordou em mais de um metro. O açude de São Gonçalo foi inaugurado em 1936, com presença ilustre do então presidente da República Federativa do Brasil, Getúlio Vargas.

O acumulado de chuvas na cidade de Sousa durante este ano ultrapassa a marca dos 380 mm.

Do Blog de George Wagner

Repórter do Portal UOL destaca potencial turístico da Paraíba

Os atrativos turísticos das regiões do Agreste, Brejo, Cariri e Sertão paraibanos foram pautas para as reportagens do repórter Eduardo Vessoni, do portal Uol Turismo. Durante 15 dias, o jornalista esteve no interior da Paraíba conhecendo a diversidade cultural e as riquezas naturais dessas localidades.

Eduardo Vessoni retornou à São Paulo nesta terça-feira (14), depois de cumprir um roteiro que teve início por Campina Grande, distrito de Galante, Queimadas e Ingá (Agreste). Nestes locais, o jornalista conheceu as inscrições rupestres da Pedra do Ingá e depois seguiu para o Cariri. Em Cabaceiras, Vessoni visitou o Lajedo Pai Mateus, e em Monteiro esteve com a artista popular e nacionalmente conhecida Zabé da Loca.

A caririzeira Zabé da Loca foi a revelação musical de 2009. Ela ganhou o Prêmio “Música Popular da Brasileira” aos 85 anos de idade. Tocadora de pífano, Zabé vive atualmente num assentamento, mas toda sua trajetória de vida está vinculada à “loca”, uma gruta que foi agregada ao seu nome artístico.

No Brejo, um dos destaques na opinião de Eduardo, foi o potencial histórico e cultural das cidades de Bananeiras e Areia. Em direção ao Sertão, na cidade de Sousa, o jornalista fotografou e conheceu o Vale dos Dinossauros. O roteiro do repórter terminou em João Pessoa no início desta semana.

Retorno à São Paulo – Eduardo embarcou no aeroporto Castro Pinto na última terça-feira (15), mas ainda teve a oportunidade de conhecer as praias urbanas e o Centro Histórico da Capital. Segundo o jornalista, o litoral paraibano, as belezas de João Pessoa e eventos como o Maior São João do Mundo atraem a atenção da mídia nacional. “Essas pautas irão gerar matérias que serão produzidas na sua próxima viagem à Paraíba”, prometeu.

Eduardo Vessoni disse que os encantos da Paraíba, a hospitalidade e beleza de sua gente superaram sua expectativa. “Estou encantado com a potencialidade do Estado, sobretudo, porque conhecer o interior paraibano é uma viagem à pré-história, as formações rochosas, aos engenhos de cana-de-açucar. Tem ainda o museu da história e tecnologia do algodão; personalidades como Zabé da Loca, e a hospitalidade e beleza do paraibano”, ressaltou.

A presença do jornalista na Paraíba segue a programação de divulgação do Estado na mídia espontânea, ação que está sendo implementada pelo Governo do Estado, por meio da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), conforme tem anunciado a presidente Ruth Avelino.

Secom PB

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Imagens chocantes revelam o abandono do Vale dos Dinossauos na cidade de Sousa



O VALE DOS DINOSSAUROS ESTÁ ABANDONADO


É bastante lamentável o estado de abandono em que se encontra o Complexo Turístico Vale dos Dinossauros, em Sousa-PB, contrariando a informação de que é um dos sítios paleontológicos mais importantes do mundo.

O museu está com a cobertura esburacada permitindo a penetração de águas pluviais e o reboco interno caindo (fotos). As janelas precisaram ser fechadas com pedaços de taboas e pregos para manter aparente segurança daquele espaço onde estão expostos fósseis raros da Bacia Sedimentar do Rio do Peixe.

PONTES E PASSARELAS – Depois que o Complexo Turístico foi inaugurado em 1999, às instalações nunca receberam manutenção. O canal de alívio apresenta pontos com desmoronamento, enquanto pontes e passarelas recebem manutenção do pessoal de apoio que presta serviço no local, realizando remendos improvisados e sem segurança. Recentemente uma turista ao passar sobre uma das passarelas uma das taboas cedeu faltando pouco para ela fraturar a perna.

O MUSEU – Local onde é considerada a sala de visitas do sitio paleontológico, está em lamentável estado de abandono, carecendo de urgentes melhoramentos para causar boa impressão ao visitante.

O museu do Complexo Turístico Vale dos Dinossauros é pobre no aspecto de prestar informações sobre a Bacia Sedimentar do Rio do Peixe, conhecida como Vale dos Dinossauros. Os painéis atualmente expostos estão sujos e rasgados. E os expositores que contem outras informações se limitam a folhas de livros e revistas sobre a paleontologia local, feito de forma amadorística, sem se prestar a sua real finalidade – a de informar bem a turistas e estudantes.

ADMINISTRAÇÃO DO PARQUE – Até aqui a administração do parque acontece numa parceria da prefeitura com o governo do estado, através da SUDEMA . O correto será o Parque ser administrados por um comitê de administração com componentes da sociedade civil, membros de ONGs, do poder público (prefeitura e estado) e representante do Ministério Público Federal (MPF ), com um presidente e um secretário. A esse comitê caberá o gerenciamento do parque sobre todos os aspectos e decisões.

PEGADAS SUBMERSAS – Com o início do inverno mesmo com a vazão do rio acontecendo pelo canal de alívio, o represamento das águas cobriu a maioria das pegadas dos dinossauros do sitio Passagem das Pedras (fotos). Há, entretanto, outros locais fora do Parque com pegadas e inscrições rupestres que podem ser vistas em qualquer época do ano.

Na situação em que se encontra atualmente o Complexo Turístico Vale dos Dinossauros, será por demais oportuno o seu fechamento temporário, até que sejam adotadas, ao menos, medidas paliativas para melhorar o aspecto físico de suas instalações. Evita-se assim que o turista leve consigo a imagem de um lugar em deplorável estado de abandono.

Luiz Carlos da Silva Gomes

Estudioso das riquezas paleontológicas do sertão e presidente dp MOVISSAURO - Movimento de Preservação do Vale dos Dinossauros - de Sousa.

Portal Progresso

O vale abandonado

Em rápida e despretensiosa viagem ao sertão do estado, resolvi passar por um dos locais turísticos mais visitados e/ou comentados da Paraíba: O Vale dos Dinossauros, localizado na bacia do Rio do Peixe no município de Sousa.

Estava ali um visitante cheio de expectativas porque ao longo dos anos foi ele também responsável, de certa forma, pela propagação e legitimação ufanista do local como referencia de preservação dos sítios arqueológicos e paleontológicos. Agora na condição não apenas de um turista momentâneo, mas acima de tudo, de um jornalista incondicional, esperei encontrar por lá aquele aconchegante e atraente local de preservação da memória histórico/cultural da região sertaneja, mas frustrando todas as minhas expectativas me deparei com um espaço quase completamente abandonado.

A imagem transnacionalizada e vendida para o mundo de um ambiente perfeito, ideal para o turismo rural, não estava mais lá se é que um dia esteve. O mundo real é bem diferente daquele espaço midiatizado. O concreto decepcionando o abstrato em função de um verdadeiro descaso por parte de órgãos públicos (Estaduais, Municipais e Federais) que inicialmente apostam no potencial turístico como saída para regiões atrasadas e depois a submetem ao esquecimento.

O Vale dos Dinossauros está entregue ao poderio devastador das traças e dos cupins. Eles corroem os quadros expostos, a madeira do teto, as bases de sustentação de painéis etc. Nas paredes, rachaduras; nos documentos expostos, mofo; do telhado evidenciado por um buraco feito no forro, sinais de infiltração. O vale está morrendo. Dia após dia o local é condenado ao mesmo fim dos animais pré-históricos.

É esta a primeira impressão que temos ao chegar ao Vale. Nem a placa de sinalização e identificação exporta na entrada escapou. Agora ela fica a um canto de parede dentro da sede do parque, já um telefone público (orelhão) que existia na entrada também não suportou a ação de vândalos: teve a fiação roubada e portando está inativo.

Andando pelas trilhas mais surpresas. As poucas réplicas dos animais pré-históricos que habitaram a região há cerca de cento e dez milhões de anos (período cretáceo) estão praticamente destruídas. Dos quatro exemplares existentes restam apenas dois. O “guardião” do parque, um sujeito de barba grande e grisalha chamado de Robson Marques ainda nos fez uma declaração preocupante, segundo ele pesquisadores a serviço de uma Universidade Paraibana estiveram lá e levaram uma rocha com amostras de pegadas de dinossauros. O "Velho do Rio" disse que não sabe pra que o objeto foi levado nem se o material arqueológico ainda vai ser trazido de volta.

Não gostaria de voltar ao Monumento Estadual do Vale dos Dinossauros e encontrar novamente tudo o que vi por lá. Compartilho esta preocupação em forma de desabafo por compreender que o turista e o turismo em si devem ser respeitados. A Paraíba tem nos últimos anos, através de seus gestores, implementado em seus programas de governo um discurso favorável ao turismo e isso precisa ser respeitado.

Jurani Clementino
Paraíba Online

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Petrobrás assina convênio para revitalização do Vale dos Dinossauros




A Petrobras e o Governo do Estado da Paraíba, através da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) ssinam nesta terça-feira (26), às 11h, no Palácio da Redenção, contrato de patrocínio do projeto de Revitalização do Monumento Natural Vale dos Dinossauros.

O objetivo do projeto é proteger e recuperar as instalações físicas, as réplicas dos dinossauros, as máquinas, equipamentos e utensílios, além de possibilitar ações como a confecção de material educativo para orientar a prática de pesquisa cultural e científica na região.

Data: 26/10
Horário: 11h
Local: Palácio da Redenção

Secom-PB

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Aventura Selvagem - Richard veio à Paraíba investigar rastros de dinossauros

Nesta última sexta-feira, 29 de agosto, o Aventura Selvagem fez uma viagem no tempo.

Richard Rasmussen saiu em busca dos rastros deixados pelos dinossauros há milhões de anos. Pegadas cravadas nas rochas do município de Sousa, na Paraíba, podem ser desses gigantes jurássicos.

O apresentador começa fazendo analogia dos dinossauros com alguns bichos da região.



Será que há uma herança genética entre eles? Por exemplo, o gavião, com suas garras poderosas, ataca a presa como um velocirraptor. As iguanas que até fisicamente lembram os antigos habitantes do planeta: cores, corpo, dentes, pele e atitudes.

O que mais impressiona são os flagrantes da vida animal exibidos no programa. Um gavião ataca sua presa diante das lentes do cinegrafista. O mesmo acontece com uma coruja, que vê um camundongo a mais de 50 metros de distância à noite e consegue capturá-lo.

A aventura segue com cenas incríveis, nunca vistas na televisão brasileira.

E também, uma batalha pela sobrevivência entre duas serpentes: mussurana e cascavel, presa e predadora. Quem será que venceu? A luta de titãs remete aos tempos dos grandes animais pré-históricos.

Exclusivo: Rastros de engenhos mecânicos em rochas no vale dos Dinossauros são mistérios inexplicáveis do passado



A região oeste da Paraíba se notabilizou pelo sugestivo nome de Vale dos Dinossauros, mas não são apenas os rastros desses répteis do passado que intrigam a imaginação dos visitantes. Aqui também estão presentes marcas produzidos por engenhos mecânicos no mesmo tipo de rocha onde estão gravadas as pegadas dos dinossauros e outras ocorrências da paleontologia, a
exemplo dos icnofósseis.

Ora, se toda a formação geológica das Bacias do Rio do Peixe data do Cretáceo Inferior - 120 milhões de anos -, como explicar a existência nestas rochas de marcas produzidas por engenhos mecânicos? São intrigantes sem dúvida e mexem com a nossa imaginação, fazendo parte dos mistérios inexplicáveis do passado a exemplo de inúmeras ocorrências mundo afora.

“Eram os Deuses Astronautas?”



O rio ou o lago do Cretáceo Inferior acabara de esvaziar suas águas e a lama já endurecia quando esses equipamentos passaram imprimindo rastros que se preservaram através dos tempos. Estas rochas são de origem fluvial da Formação Geológica da Bacia do Rio do Peixe.

Nas rochas os rastros mecânicos gravados apresentam depressões, sulcos e gretas que eram impossíveis de ficarem assim se a pedra já se encontrasse em estado sólido como está agora.

Os rastros mecânicos destas imagens são no município de Sousa onde abrange uma área superior a 30 quilômetros quadrados, mas também existe em Santa Helena e Triunfo, sertão da Paraíba.

Sem dúvida é uma atração à parte no Vale dos Dinossauros, podendo ser explorado pelo turismo ufológico que vem crescendo atualmente no Brasil.


Luiz Carlos da Silva Gomes
Presidente da Movissauro


Fotos: Site: http://www.folhadosertao.com.br/2009/

sábado, 21 de agosto de 2010

“Por que não privatizar o vale dos Dinossauros?”




Luiz Carlos da Silva Gomes

Há alguns anos se alguém me apresentasse esta sugestão de privatizar o Vale dos Dinossauros eu seria radicalmente contra. Mas eu que conheço de perto a real situação de abandono em que se encontra essa relíquia da paleontologia, vejo-me obrigado a sugerir a sua privatização.

É preferível que seja administrado pela iniciativa privada do que ficar aos cuidados da prefeitura, governo do estado e órgãos federais que cuidam dessa área a se constatar que as pegadas dos dinossauros que foram gravadas há 120 milhões de anos atrás na lama úmida e moldável do Cretáceo Inferior, já tenha virado pó em alguns sítios. Nem as pegadas do sitio Passagem das Pedras estão excluídas dessa presente ameaça.

Numa publicação recente da maior autoridade científica no Vale dos Dinossauros
- PB, o paleontólogo Giuseppe Leonardi com o título “STUDI TRENTINI DI SCIENZE NATURALI – ACTA GEOLOGIA” que pesquisou no sertão da Paraíba de 1975 a 1988, e, depois esporadicamente quando vinha a Sousa, nessa publicação escreveu que já havia catalogado mais de 400 pegadas isoladas de dinossauros, destas cerca de 200 no sitio Piau, zona rural de Sousa-Pb.

O ABANDONO DO VALE DOS DINOSSAUROS

Quem visitar hoje o sítio Piau talvez não consiga localizar 30 pegadas de dinossauros. O estrago provocado pelas cheias do Rio do Peixe nos últimos invernos de altas precipitações pluviométricas provocou acelerado processo de erosão nas rochasmcretáceas onde as pegadas estavam gravadas.

Mesmo fora do leito de rios, riachos e córregos, as pegadas sofreram igual processo de destruição pelas águas pluviais / erosão.

Isto aconteceu porque nunca foram construídas barreiras para evitar o movimento de cascalhos sobre as lajes com pegadas, pois a areia e o cascalhos em movimento pelas águas de chuvas funcionam como lixas sobre essas lajes onde as pegadas estavam e ainda (resistem) estão impressas.

Dizem que o Vale dos Dinossauros é um dos sítios paleontológicos mais importantes do mundo. Nem parece tal o abandono ao qual está relegado pelas autoridades governamentais conforme reza a Constituição Federal.

Vale destacar que de todos os sítios, catalogados por G. Leonardi as pegadas que existiam superficialmente já foram parcialmente apagadas. São eles: Cabra Assada / Curral Velho / Mãe d’Água / Paraíso / Aroeira / Pocinhos / Riacho do Cazé/ Zoador/ Barragem de Domício / Juazeirinho / Pedregulho / Zoador / Rio Novo / Caboge e Sagüim / Engenho Novo / Matadouro, este último na periferia de Sousa, perfazendo 17 sítios.

PASSAGEM DAS PEDRAS – REMENDOS NAS LAJES COM PEGADAS.

“Vim de São Paulo só para visitar o Vale dos Dinossauros e encontrei este lixo”
(opinião de um turista depois do que visitou o museu temático).

A atual situação do Monumento Natural Vale dos Dinossauros é caótica.

O museu está entregue às moscas. Seria melhor que as autoridades que administram o parque diante da incapacidade de apresentar aos turistas um museu de qualidade compatível com a fama mundial do Vale dos Dinossauros, o fechassem alegando que estava em reformas.

Já as pontes que foram construídas há mais de dez anos, talvez nunca tenham recebido manutenção. A maior que está sobre o rio chega a balançar perigosamente quando caminham sobre ela.

O museu e as pontes são equipamentos recuperáveis, mas as pegadas dos dinossauros, essas não, uma vez destruídas, jamais serão recuperadas.

Quem olhar atentamente verificará que existem remendos na rocha sedimentar feitos à cal/ areia/cimento e pedras em diversos pontos.

Diversas reuniões já aconteceram evocando a recuperação do Vale dos Dinossauros.
Na última que me lembro participou uma constelação de estudiosos vinculados a diversos organismos, mas concretamente até aqui muito pouco foi feito visando à preservação dos registros paleontológicos no sertão da Paraíba.

Diante de tão calamitosa situação em que se encontra o Vale dos Dinossauros, crê- se que a melhor alternativa será a de entregar a administração do Parque, a iniciativa privada, por comodato e exigências contratuais específicas, próprias para aquela área de preservação ambiental.


Luiz Carlos da Silva Gomes
Funcionário Aposentado do BNB
Presidente/Movissauro (Momento do Vale dos Dinossauros)

quarta-feira, 21 de julho de 2010

“O Velho do Rio”: filme sobre Robson Marques será lançado dia 24




Os amantes e admiradores da sétima arte no sertão paraibano estão ansiosos para conferir a chegada de mais uma produção audiovisual sertaneja, trata-se do Velho do Rio, documentário do aparecidense Leonardo Alves que tem data de estréia marcada para o dia 24 de julho a partir das 20:00 no auditório da UFCG Campus de Sousa.

O novo vídeo de Leonardo conta a história de amor e dedicação do poeta, cronista e escritor sousense Robson Marques ao Vale dos Dinossauros e conseqüentemente ao Rio do Peixe, o que lhe dá a cognominação de “Velho do Rio”

O o curta metragem de 20min foi gravado no final do ano passado e editado recentemente com apoio do Fundo de Incentivo a Cultura Augusto dos Anjos do Governo do Estado da Paraíba.

A ficha técnica do vídeo tem nomes de peso no audiovisual paraibano a exemplo de João Carlos Beltrão responsável pela direção de fotografia e Lúcio César responsável pela edição e montagem. A trilha sonora é assinada pelo músico sousense Espedito Lopes e a produção executiva é de J. França. Toda essa equipe foi arregimentada por Leonardo Alves, para acompanhar o cotidiano de Robson Marques recheado de poesia, sentimentos e pertencimento ao Vale e ao Rio.

Além de Robson, o curta trás depoimentos emocionantes da sua esposa dona Creusa e de suas duas filhas, Renata e Roberta, que não escondem uma pitada de ciúme da quase exclusiva dedicação de Robson ao Vale dos Dinossauros.

O Diretor

Leonardo Alves é natural de Aparecida, formado em letras pela UFCG, produtor cultural e radialista titular do programa Bom dia Sertão da 104 FM de Sousa. É membro da Acauã Produções Culturais, ONG cultural da cidade de Aparecida, onde iniciou a sua ligação e dedicação ao mundo das artes e da cultura.

Estreou no audiovisual em 2005 como assistente de direção do vídeo-documentário Memória Bendita de Laercio Filho. Em 2006 foi selecionado para o programa Revelando os Brasis do Ministério da Cultura e dirigiu o vídeo Manoel Inácio e a Música do Começo do Mundo. Em 2007 e 2008, fez curso de cinema na cidade de Fortaleza – CE e assistência de direção para o vídeo O Apóstolo do Sertão de Laercio Filho. Agora lança o seu segundo vídeo O Velho do Rio e coordena, atualmente, o curso de cinema e vídeo – a invenção do cinema – do primitivo ao digital, realizado na cidade de Aparecida, com patrocínio do Programa BNB de Cultura.

A Produtora

O Velho do Rio é mais uma produção audiovisual da Acauã Produções Culturais, ONG da cidade de Aparecida – PB, que há dezenove anos realiza uma intensa produção cultural no sertão paraibano indo desde o teatro, a música até o audiovisual. a Acauã é responsável pelos Pontos de Cultura Casa da Cultura Antonio Nóbrega e Caminhos de Acauã e pelo Núcleo de Audiovisual João Carlos Beltrão que já produziu cinco curtas-metragens e agora prepara a I Mostra Acauã do Audiovisual Paraibano para o final deste mês na Fazenda Acauã.

Ascom

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Corpo de Bombeiros realiza inspeção nas passarelas do Vale dos Dinossauros


Depois de denúncias que algumas passarelas metálicas do complexo Vale dos Dinossauros se encontravam em precariedades, o Procurador da Republica, Yordan Moreira Delgado, pediu através de ofício que o Corpo de Bombeiros realizasse uma inspeção no local, depois emitir o laudo mostrando a real situação do problema.

Na manhã desta quarta-feira (09), o Corpo de Bombeiros esteve no Vale dos Dinossauros realizando a inspeção, cujo resultado será entregue ao Procurador da Republica, Dr. Yordan Moreira Delgado para as providências necessárias, por que o complexo do Vale dos Dinossauros pertence à União.

Informações também que o mesmo ofício foi entregue a coordenadoria do Vale dos Dinossauros para que no prazo de cinco dias, os responsáveis repassem um relatório completo da verdadeira situação do complexo turismo de Sousa.

Hoje o vale dos Dinossauros tem a gerencia do governo do Estado com orientação de alguns funcionários lotados na Prefeitura de Sousa, ou seja, existe uma parceria de tarefas, porém o que se nota, que os órgãos não vêm desempenhado o seu mister de forma responsáveis.

Redação
Folhadosertao

Vale dos Dinossauros: após denúncia PGRF pedirá perícia e vale poderá ser interditado


Ao tomar conhecimento através de matéria veiculada pelo portal “Sertão Informado”, da situação em que se encontra o Vale dos Dinossauros, o Procurador Regional Federal Yordan Moreira Delgado, substituto da titular Lívia Maria de Sousa, que está em período de férias, vai solicitar do Corpo de Bombeiros uma minuciosa perícia em toda a estrutura das passarelas metálicas do Complexo Turístico Vale dos Dinossauros.

Em entrevista a nossa reportagem, o procurador mostrou-se muito preocupado com o que foi relatado na matéria publicada no dia de ontem (08), e afirmou que estará solicitando em breve por meio de ofício junto aos Bombeiros uma perícia em toda a estrutura das passarelas metálicas, bem como um outro ofício para a direção do Vale, que segundo o procurador, o órgão terá cinco dias para apresentar relatório do suposto problema.

“Tomei conhecimento através da matéria veiculada no Sertão Informado, e de imediato anexei aos altos de um TAC assinado entre a SUDEMA, e a PRGF. Estarei oficiando tanto a própria SUDEMA, como o Corpo de Bombeiros, para que sejam enviadas informações do que pode ser feito para resolver essa situação. Ao Corpo de Bombeiros, estou solicitando uma perícia em toda a estrutura das passarelas metálicas, e tomaremos providências para sanar o caso”, declarou o Procurador Yordan Delgado.

A problemática do Vale dos Dinossauros poderá ficar ainda pior, pois em contato com a assessoria da prefeitura municipal de Sousa, no próximo dia 1º de julho, a prefeitura ficará desobrigada em manter os servidores lotados na instituição prestando serviços no Vale dos Dinossauros, ou seja, 9 funcionários que cuidam da limpeza e manutenção poderão serem remanejados para outras locais de serviços.

Até o fechamento dessa matéria, o “Sertão Informado” não conseguiu contato com a representante da SUDEMA em Sousa, Jozione Gadelha, que poderia esclarecer uma possível solução para sanar os problemas que vem enfrentando o “Vale”. Nossa redação também tentou contato com o prefeito do município Fábio Tyrone, para falar sobre a possibilidade da prefeitura em retirar os servidores que prestam serviços no complexo, mas também não obtivemos êxito.

Fonte: site http://www.sertaoinformado.com.br/conteudo.php?id=19395&sec=1&cat=GERAL

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Notícias sobre andamento do Fórum de Turismo do Vale dos Dinossauros



Venho fazer comunicar sobre as particularidades e iniciativas junto a cadeia turística sustentável do Fórum de Turismo do Vale dos Dinossauros, seus potenciais turísticos mediante as cidades situadas na grande região, que agrega 18 cidades.

O Fórum foi criado mediante planejamento e diretrizes da esfera federal, em especial do Mtur – Ministério do Turismo para todo o território brasileiro.

Uma das particularidades é fazer com que seja planejado e executado roteiros turísticos mediante as cidades incorporadas pelos Fórun’s.

Para que isso ocorra, as prefeituras devem aderir a contribuições para manutenção do Fórum, a exemplo: instalação do escritório sede, passagem e material quando for o caso, mediante a consulta prévia do conselho do Fórum, para ações coletivas totalmente planejadas.

Fazem parte 18 cidades, se caso apenas 5 ou 6 aderirem a causa, apenas iremos realizar trabalhos para as 5 ou 6 (que aderirem) a causa.

Essa diretriz foi imposta e remediada pelo Mtur, para que a coisa ficasse amarrada, os prefeitos que não aderirem ao Fórum, irão perder toda e qualquer oportunidade de captar recursos junto ao Portal de Convenios restando apenas as emendas parlamentares, que são ações individuais mediante a cessão do determinado deputado aliado dos prefeitos.

A questão é: Estamos orçando os custos, com a instalação da sede do Fórum, e a formação das Câmaras Temáticas, para prévia apresentação junto a reunião geral que estará sendo confirmada entre o dia 29 ou 30 deste, conforme solicitação da secretaria de turismo do Estado que estará presente nessa ocasião juntamente com o governador do Estado, local Teatro Municipal de Cajazeiras (Ica). Daí segue-se com a convocação de apreciação das informações junto aos prefeitos em saber dos quais irão aderir a causa e de forma articuladora os mesmos (os prefeitos) devem acionar seus deputados para fazerem seu papel em Brasilia de agilização e aprovação dos projetos, o Fórum tem apóio da secretaria do Estado mas não tem nenhuma posição política partidária, a questão é socializar as ações e idéias, bem como agregar a todos conjuntamente para o fortalecimento da cadeia turística junto aos municípios. Em seguida partiremos para os trabalhos de levantamento de inventários turísticos, credenciamento de associações de artesãos etc... para trabalhos de referencia junto ao Fórum, tudo que possa fomentar as atratividades turísticas e geração de emprego e renda.

No mais aguardem maiores notícias após a nossa reunião de convocação a todos os prefeitos e seus deputados, para que os mesmos venham em público assumir seu total interesse ou não pelo desenvolvimento turístico sustentável da região.
Sendo assim, deixarei vocês logo mais a par dos acontecimentos mediante trabalhos de incentivo do Fórum, para realizações de gincanas escolares, para elevação da auto-estima, resgate da nossa história e cultura e senso crítico da realidade.

Pois a comunidade terá que escolher a logomarca do Fórum mediante aos trabalhos escolares, dentre outras atividades de busca, valorização, auto-estima e APROPRIAÇÃO DA NOSSA CULTURA E HISTÓRIA. No intuito de nos prepararmos como cidadãos completos, conhecedores da nossa história e sendo bons receptores turísticos.

Para qualquer detalhe, meu endereço de email:
pollyanadelima@hotmail.com
Tel: 8129-1175 / 9311-2166
Pollyana Figueiredo

Presidente do Fórum de Turismo do Vale dos Dinossauros

Aparecida,
Bernardino Batista,
Cajazeiras,
Lastro,
Marizópolis,
Nazarezinho,
Poço Dantas,
Poço de José de Moura,
Santa Cruz,
Santa Helena,
Santarém,
São Francisco,
São João do Rio do Peixe,
São José da Lagoa Tapada,
Sousa,
Triunfo,
Uiraúna

Fonte: http://www.folhadosertao.com.br/2009/

sábado, 10 de abril de 2010

Fórum de Turismo do Vale dos Dinossauros é implantado



Uma reunião no Hotel Brejo das Freiras, município de São João do Rio do Peixe, na ultima terça feira, (6), marcou a criação da Instância de Governança do Vale dos Dinossauros, denominada “Fórum de Turismo do Vale dos Dinossauros”. Participaram do evento, representantes dos municípios, sociedade civil, entidades e representantes da Secretaria Executiva de Turismo do Estado da Paraíba.

O secretário de Turismo, Romeu Lemos, que presidiu os trabalhos, mostrou a importância de um turismo sustentável, solicitando a união de todos e lembrando que o Governo do Estado está desenvolvendo um turismo sem bandeiras políticas. Romeu ressaltou que a presidência e vice do Fórum deveriam ficar com pessoas da sociedade civil, desvinculadas que qualquer cargo público, proposta apoiada pelos participantes.

Todos os municípios serão componentes natos do conselho do Fórum, com direito a voto, além das entidades e ONGS interessadas. O secretário de Infraestrutura do município de São João do Rio do Peixe, Roberto Monteiro, disse que agora estava acreditando nesse novo trabalho de turismo para a região.

Foram eleitos: Presidente: Pollyana Figueiredo de Lima; Vice Presidente: Francisco das Chagas Alexandre; Tesoureiro: Gabriel Mariz Queiroga Veras Pinto; Secretário: Etvaldo Soares Irmão; Diretor de Marketing: Bruno Menezes de Carvalho e Diretor Social: Valber Almeida Matos –. Participarão do Fórum os seguintes municípios: Aparecida, Bernardino Batista, Cajazeiras, Nazarezinho, Poço Dantas, Poço de José de Moura, Santa Cruz, Santa Helena, Santarém, São Francisco, São João do Rio do Peixe, Sousa, Triunfo, Uiraúna, Vieirópolis, Marizópolis, Lastro e São José da Lagoa Tapada.

Após a posse, ficou determinado que documentos bancários sejam sempre assinados em conjunto: Presidente com Tesoureiro. Na falta do Presidente, o Vice com o Tesoureiro e na falta do Tesoureiro, o Presidente com o Vice, como forma de garantir a transparência dos trabalhos.


Ana Neves