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domingo, 12 de junho de 2011

TAC do Vale dos Dinossauros


Há 2 anos, o Ministério Público Federal (Procuradoria de Sousa) firmava o TAC Termo de Ajustamento de Conduta para com os envolvidos na conservação e manutenção do Complexo Turístico Vale dos Dinossauros. São eles: IPHAN, IBAMA, DNPM, SUDEMA e o Município de Sousa.
Faça um paralelo das obrigações individuais de cada Órgão com o atual estado do Vale. Havia prazo de até 90 dias para que cada Órgão Público cumprisse com o termo. Pelo visto, nada saiu do papel. Leia agora o documento original e vamos cobrar de cada um deles. Vamos exercer nosso direito de cidadão.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Marcondes Gadelha participa do prog. Bastidores da Tv Master do Pe Albeni que leu uma pergunta do telespectador do Grupo G.A.S - Grupo Amigos de Sousa

No programa Bastidores da Tv Master do último dia 5, com o entrevistado Macondes Gadelha, o padre Albeni leu uma pergunta via torpedo de um telespectador do Grupo Amigos de Sousa – www.soudoidoporsousa.blogspot.com

A Pergunta foi a seguinte:


- “ Pergunte a Marcondes se a verba pro Vale dos Dinossauros sai ou não sai.”


A resposta foi: - “A verba dos Dinossauros já saiu! Não foi aplicada infelizmente até agora!”


Veja o vídeo e tire suas conclusões: Onde está esse dinheiro? R$ 1.800.000,00 é muito dinheiro pra não saberem do paradeiro. Marcondes fez a parte dele em mandar a verba para o Governo Estadual (Secretaria de Turismo), resta apenas rastrear esse dinheiro a partir do número da Emenda. Com certeza o nosso “eterno senador” sousense irá nos mostrar o “caminho das águas” para que possamos chegar ao paradeiro final da verba pro Vale que tanto necessita de ajuda. Será que a verba se encontra ainda depositada em Banco? Terá essa verba voltada à origem por falta de algum detalhe no projeto ou simplesmente ela se “escafedeu” nos trâmites burocráticos/políticos? Com a palavra o dr. Marcondes, o Governo do Estado ou o Ministério Público Federal.


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Repórter do Portal UOL destaca potencial turístico da Paraíba

Os atrativos turísticos das regiões do Agreste, Brejo, Cariri e Sertão paraibanos foram pautas para as reportagens do repórter Eduardo Vessoni, do portal Uol Turismo. Durante 15 dias, o jornalista esteve no interior da Paraíba conhecendo a diversidade cultural e as riquezas naturais dessas localidades.

Eduardo Vessoni retornou à São Paulo nesta terça-feira (14), depois de cumprir um roteiro que teve início por Campina Grande, distrito de Galante, Queimadas e Ingá (Agreste). Nestes locais, o jornalista conheceu as inscrições rupestres da Pedra do Ingá e depois seguiu para o Cariri. Em Cabaceiras, Vessoni visitou o Lajedo Pai Mateus, e em Monteiro esteve com a artista popular e nacionalmente conhecida Zabé da Loca.

A caririzeira Zabé da Loca foi a revelação musical de 2009. Ela ganhou o Prêmio “Música Popular da Brasileira” aos 85 anos de idade. Tocadora de pífano, Zabé vive atualmente num assentamento, mas toda sua trajetória de vida está vinculada à “loca”, uma gruta que foi agregada ao seu nome artístico.

No Brejo, um dos destaques na opinião de Eduardo, foi o potencial histórico e cultural das cidades de Bananeiras e Areia. Em direção ao Sertão, na cidade de Sousa, o jornalista fotografou e conheceu o Vale dos Dinossauros. O roteiro do repórter terminou em João Pessoa no início desta semana.

Retorno à São Paulo – Eduardo embarcou no aeroporto Castro Pinto na última terça-feira (15), mas ainda teve a oportunidade de conhecer as praias urbanas e o Centro Histórico da Capital. Segundo o jornalista, o litoral paraibano, as belezas de João Pessoa e eventos como o Maior São João do Mundo atraem a atenção da mídia nacional. “Essas pautas irão gerar matérias que serão produzidas na sua próxima viagem à Paraíba”, prometeu.

Eduardo Vessoni disse que os encantos da Paraíba, a hospitalidade e beleza de sua gente superaram sua expectativa. “Estou encantado com a potencialidade do Estado, sobretudo, porque conhecer o interior paraibano é uma viagem à pré-história, as formações rochosas, aos engenhos de cana-de-açucar. Tem ainda o museu da história e tecnologia do algodão; personalidades como Zabé da Loca, e a hospitalidade e beleza do paraibano”, ressaltou.

A presença do jornalista na Paraíba segue a programação de divulgação do Estado na mídia espontânea, ação que está sendo implementada pelo Governo do Estado, por meio da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), conforme tem anunciado a presidente Ruth Avelino.

Secom PB

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Imagens chocantes revelam o abandono do Vale dos Dinossauos na cidade de Sousa



O VALE DOS DINOSSAUROS ESTÁ ABANDONADO


É bastante lamentável o estado de abandono em que se encontra o Complexo Turístico Vale dos Dinossauros, em Sousa-PB, contrariando a informação de que é um dos sítios paleontológicos mais importantes do mundo.

O museu está com a cobertura esburacada permitindo a penetração de águas pluviais e o reboco interno caindo (fotos). As janelas precisaram ser fechadas com pedaços de taboas e pregos para manter aparente segurança daquele espaço onde estão expostos fósseis raros da Bacia Sedimentar do Rio do Peixe.

PONTES E PASSARELAS – Depois que o Complexo Turístico foi inaugurado em 1999, às instalações nunca receberam manutenção. O canal de alívio apresenta pontos com desmoronamento, enquanto pontes e passarelas recebem manutenção do pessoal de apoio que presta serviço no local, realizando remendos improvisados e sem segurança. Recentemente uma turista ao passar sobre uma das passarelas uma das taboas cedeu faltando pouco para ela fraturar a perna.

O MUSEU – Local onde é considerada a sala de visitas do sitio paleontológico, está em lamentável estado de abandono, carecendo de urgentes melhoramentos para causar boa impressão ao visitante.

O museu do Complexo Turístico Vale dos Dinossauros é pobre no aspecto de prestar informações sobre a Bacia Sedimentar do Rio do Peixe, conhecida como Vale dos Dinossauros. Os painéis atualmente expostos estão sujos e rasgados. E os expositores que contem outras informações se limitam a folhas de livros e revistas sobre a paleontologia local, feito de forma amadorística, sem se prestar a sua real finalidade – a de informar bem a turistas e estudantes.

ADMINISTRAÇÃO DO PARQUE – Até aqui a administração do parque acontece numa parceria da prefeitura com o governo do estado, através da SUDEMA . O correto será o Parque ser administrados por um comitê de administração com componentes da sociedade civil, membros de ONGs, do poder público (prefeitura e estado) e representante do Ministério Público Federal (MPF ), com um presidente e um secretário. A esse comitê caberá o gerenciamento do parque sobre todos os aspectos e decisões.

PEGADAS SUBMERSAS – Com o início do inverno mesmo com a vazão do rio acontecendo pelo canal de alívio, o represamento das águas cobriu a maioria das pegadas dos dinossauros do sitio Passagem das Pedras (fotos). Há, entretanto, outros locais fora do Parque com pegadas e inscrições rupestres que podem ser vistas em qualquer época do ano.

Na situação em que se encontra atualmente o Complexo Turístico Vale dos Dinossauros, será por demais oportuno o seu fechamento temporário, até que sejam adotadas, ao menos, medidas paliativas para melhorar o aspecto físico de suas instalações. Evita-se assim que o turista leve consigo a imagem de um lugar em deplorável estado de abandono.

Luiz Carlos da Silva Gomes

Estudioso das riquezas paleontológicas do sertão e presidente dp MOVISSAURO - Movimento de Preservação do Vale dos Dinossauros - de Sousa.

Portal Progresso

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Petrobrás assina convênio para revitalização do Vale dos Dinossauros




A Petrobras e o Governo do Estado da Paraíba, através da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) ssinam nesta terça-feira (26), às 11h, no Palácio da Redenção, contrato de patrocínio do projeto de Revitalização do Monumento Natural Vale dos Dinossauros.

O objetivo do projeto é proteger e recuperar as instalações físicas, as réplicas dos dinossauros, as máquinas, equipamentos e utensílios, além de possibilitar ações como a confecção de material educativo para orientar a prática de pesquisa cultural e científica na região.

Data: 26/10
Horário: 11h
Local: Palácio da Redenção

Secom-PB

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Aventura Selvagem - Richard veio à Paraíba investigar rastros de dinossauros

Nesta última sexta-feira, 29 de agosto, o Aventura Selvagem fez uma viagem no tempo.

Richard Rasmussen saiu em busca dos rastros deixados pelos dinossauros há milhões de anos. Pegadas cravadas nas rochas do município de Sousa, na Paraíba, podem ser desses gigantes jurássicos.

O apresentador começa fazendo analogia dos dinossauros com alguns bichos da região.



Será que há uma herança genética entre eles? Por exemplo, o gavião, com suas garras poderosas, ataca a presa como um velocirraptor. As iguanas que até fisicamente lembram os antigos habitantes do planeta: cores, corpo, dentes, pele e atitudes.

O que mais impressiona são os flagrantes da vida animal exibidos no programa. Um gavião ataca sua presa diante das lentes do cinegrafista. O mesmo acontece com uma coruja, que vê um camundongo a mais de 50 metros de distância à noite e consegue capturá-lo.

A aventura segue com cenas incríveis, nunca vistas na televisão brasileira.

E também, uma batalha pela sobrevivência entre duas serpentes: mussurana e cascavel, presa e predadora. Quem será que venceu? A luta de titãs remete aos tempos dos grandes animais pré-históricos.

Exclusivo: Rastros de engenhos mecânicos em rochas no vale dos Dinossauros são mistérios inexplicáveis do passado



A região oeste da Paraíba se notabilizou pelo sugestivo nome de Vale dos Dinossauros, mas não são apenas os rastros desses répteis do passado que intrigam a imaginação dos visitantes. Aqui também estão presentes marcas produzidos por engenhos mecânicos no mesmo tipo de rocha onde estão gravadas as pegadas dos dinossauros e outras ocorrências da paleontologia, a
exemplo dos icnofósseis.

Ora, se toda a formação geológica das Bacias do Rio do Peixe data do Cretáceo Inferior - 120 milhões de anos -, como explicar a existência nestas rochas de marcas produzidas por engenhos mecânicos? São intrigantes sem dúvida e mexem com a nossa imaginação, fazendo parte dos mistérios inexplicáveis do passado a exemplo de inúmeras ocorrências mundo afora.

“Eram os Deuses Astronautas?”



O rio ou o lago do Cretáceo Inferior acabara de esvaziar suas águas e a lama já endurecia quando esses equipamentos passaram imprimindo rastros que se preservaram através dos tempos. Estas rochas são de origem fluvial da Formação Geológica da Bacia do Rio do Peixe.

Nas rochas os rastros mecânicos gravados apresentam depressões, sulcos e gretas que eram impossíveis de ficarem assim se a pedra já se encontrasse em estado sólido como está agora.

Os rastros mecânicos destas imagens são no município de Sousa onde abrange uma área superior a 30 quilômetros quadrados, mas também existe em Santa Helena e Triunfo, sertão da Paraíba.

Sem dúvida é uma atração à parte no Vale dos Dinossauros, podendo ser explorado pelo turismo ufológico que vem crescendo atualmente no Brasil.


Luiz Carlos da Silva Gomes
Presidente da Movissauro


Fotos: Site: http://www.folhadosertao.com.br/2009/

quarta-feira, 21 de julho de 2010

“O Velho do Rio”: filme sobre Robson Marques será lançado dia 24




Os amantes e admiradores da sétima arte no sertão paraibano estão ansiosos para conferir a chegada de mais uma produção audiovisual sertaneja, trata-se do Velho do Rio, documentário do aparecidense Leonardo Alves que tem data de estréia marcada para o dia 24 de julho a partir das 20:00 no auditório da UFCG Campus de Sousa.

O novo vídeo de Leonardo conta a história de amor e dedicação do poeta, cronista e escritor sousense Robson Marques ao Vale dos Dinossauros e conseqüentemente ao Rio do Peixe, o que lhe dá a cognominação de “Velho do Rio”

O o curta metragem de 20min foi gravado no final do ano passado e editado recentemente com apoio do Fundo de Incentivo a Cultura Augusto dos Anjos do Governo do Estado da Paraíba.

A ficha técnica do vídeo tem nomes de peso no audiovisual paraibano a exemplo de João Carlos Beltrão responsável pela direção de fotografia e Lúcio César responsável pela edição e montagem. A trilha sonora é assinada pelo músico sousense Espedito Lopes e a produção executiva é de J. França. Toda essa equipe foi arregimentada por Leonardo Alves, para acompanhar o cotidiano de Robson Marques recheado de poesia, sentimentos e pertencimento ao Vale e ao Rio.

Além de Robson, o curta trás depoimentos emocionantes da sua esposa dona Creusa e de suas duas filhas, Renata e Roberta, que não escondem uma pitada de ciúme da quase exclusiva dedicação de Robson ao Vale dos Dinossauros.

O Diretor

Leonardo Alves é natural de Aparecida, formado em letras pela UFCG, produtor cultural e radialista titular do programa Bom dia Sertão da 104 FM de Sousa. É membro da Acauã Produções Culturais, ONG cultural da cidade de Aparecida, onde iniciou a sua ligação e dedicação ao mundo das artes e da cultura.

Estreou no audiovisual em 2005 como assistente de direção do vídeo-documentário Memória Bendita de Laercio Filho. Em 2006 foi selecionado para o programa Revelando os Brasis do Ministério da Cultura e dirigiu o vídeo Manoel Inácio e a Música do Começo do Mundo. Em 2007 e 2008, fez curso de cinema na cidade de Fortaleza – CE e assistência de direção para o vídeo O Apóstolo do Sertão de Laercio Filho. Agora lança o seu segundo vídeo O Velho do Rio e coordena, atualmente, o curso de cinema e vídeo – a invenção do cinema – do primitivo ao digital, realizado na cidade de Aparecida, com patrocínio do Programa BNB de Cultura.

A Produtora

O Velho do Rio é mais uma produção audiovisual da Acauã Produções Culturais, ONG da cidade de Aparecida – PB, que há dezenove anos realiza uma intensa produção cultural no sertão paraibano indo desde o teatro, a música até o audiovisual. a Acauã é responsável pelos Pontos de Cultura Casa da Cultura Antonio Nóbrega e Caminhos de Acauã e pelo Núcleo de Audiovisual João Carlos Beltrão que já produziu cinco curtas-metragens e agora prepara a I Mostra Acauã do Audiovisual Paraibano para o final deste mês na Fazenda Acauã.

Ascom

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Vale dos Dinossauros: após denúncia PGRF pedirá perícia e vale poderá ser interditado


Ao tomar conhecimento através de matéria veiculada pelo portal “Sertão Informado”, da situação em que se encontra o Vale dos Dinossauros, o Procurador Regional Federal Yordan Moreira Delgado, substituto da titular Lívia Maria de Sousa, que está em período de férias, vai solicitar do Corpo de Bombeiros uma minuciosa perícia em toda a estrutura das passarelas metálicas do Complexo Turístico Vale dos Dinossauros.

Em entrevista a nossa reportagem, o procurador mostrou-se muito preocupado com o que foi relatado na matéria publicada no dia de ontem (08), e afirmou que estará solicitando em breve por meio de ofício junto aos Bombeiros uma perícia em toda a estrutura das passarelas metálicas, bem como um outro ofício para a direção do Vale, que segundo o procurador, o órgão terá cinco dias para apresentar relatório do suposto problema.

“Tomei conhecimento através da matéria veiculada no Sertão Informado, e de imediato anexei aos altos de um TAC assinado entre a SUDEMA, e a PRGF. Estarei oficiando tanto a própria SUDEMA, como o Corpo de Bombeiros, para que sejam enviadas informações do que pode ser feito para resolver essa situação. Ao Corpo de Bombeiros, estou solicitando uma perícia em toda a estrutura das passarelas metálicas, e tomaremos providências para sanar o caso”, declarou o Procurador Yordan Delgado.

A problemática do Vale dos Dinossauros poderá ficar ainda pior, pois em contato com a assessoria da prefeitura municipal de Sousa, no próximo dia 1º de julho, a prefeitura ficará desobrigada em manter os servidores lotados na instituição prestando serviços no Vale dos Dinossauros, ou seja, 9 funcionários que cuidam da limpeza e manutenção poderão serem remanejados para outras locais de serviços.

Até o fechamento dessa matéria, o “Sertão Informado” não conseguiu contato com a representante da SUDEMA em Sousa, Jozione Gadelha, que poderia esclarecer uma possível solução para sanar os problemas que vem enfrentando o “Vale”. Nossa redação também tentou contato com o prefeito do município Fábio Tyrone, para falar sobre a possibilidade da prefeitura em retirar os servidores que prestam serviços no complexo, mas também não obtivemos êxito.

Fonte: site http://www.sertaoinformado.com.br/conteudo.php?id=19395&sec=1&cat=GERAL

terça-feira, 23 de março de 2010

MPF avalia atividades desenvolvidas na preservação da Bacia do Rio do Peixe

O Ministério Público Federal (MPF), através da procuradora da República Lívia Maria de Sousa, realizou, nesta semana, reunião com representantes de diversos órgãos, sobre as atividades realizadas em atendimento ao termo de ajustamento de conduta, celebrado em março de 2009, para garantir a preservação do Vale dos Dinossauros, sítio geológico e paleontológico localizado na Bacia do Rio do Peixe, em Sousa (PB), a 414 quilômetros da capital.

A reunião contou com a presença de representantes do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep), Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Sousa, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis (Ibama), Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) e procuradores Federais.

Na oportunidade, o DNPM esclareceu o motivo pelo qual retirou uma pedra contendo pegadas de dinossauros, que estava a região da Bacia do Rio do Peixe. A pedra, que foi entregue, ano passado, à Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, já foi recolhida e ficará no DNPM até a restruturação do museu de Sousa. Neste sentido, recomendou o Ministério Público Federal que o DNPM somente proceda qualquer salvamento ou extração de pedras contendo pegadas dos dinossauros na referida região, mediante prévia consulta aos órgãos envolvidos com sua proteção, notadamente, o Iphan, e comunicação ao Ibama e MPF.

Já o município de Sousa e a Sudema devem realizar, em 30 dias, uma capacitação para os servidores que prestam serviço na Unidade de Conservação “Vale dos Dinossauros”, disponibilizando, ainda, 20 vagas para a sociedade civil. A prioridade é para pessoas que residem nas proximidades dos 'sítios' com vulnerabilidade média e alta, apontados no relatório do DNPM. A capacitação deve ser oferecida em parceria com o referido órgão e o Iphan.

Além disso, recomendou-se que o Ibama e o DNPM intensifiquem a fiscalização contra extração irregular de areia na bacia do Rio do Peixe, providenciando a devida autuação dos infratores.

Novo termo de compromisso

Tendo em vista o exaurimento do termo de ajustamento de conduta celebrado em 2009, o MPF elaborará novo termo visando à preservação dos sítios paleontológicos, existentes na Bacia do Rio do Peixe, dessa vez voltado ao trabalho de demarcação dos polígonos da área, bem como à fixação de novas obrigações.

A minuta será analisada pelos órgãos envolvidos, facultando aos mesmos a apresentação de contra-proposta, no prazo de 10 dias a contar da data de recebimento.

Ministério do Turismo e Petrobras

Na reunião, foi informado que o Ministério do Turismo firmou convênio, através de emenda parlamentar, de mais de 1 milhão de reais, para recuperação da área. Mas, de acordo com informações de técnicos do Iphan, o convênio colide, em parte, com projeto já aprovado pela Petrobras para recuperar a área.

Ocorre que o projeto elaborado entre a Petrobras e a Sudema prevê a recuperação da área, mas não dispõe nada em relação à parte do museu. Já o convênio do Ministério do Turismo prevê a destruição de tudo e novas construções. “Trata-se de dinheiro público, por isso o Ministério Público Federal vai requisitar plano de trabalho e recomendar que qualquer alteração na área apenas seja feita com a expressa anuência do órgãos envolvidos”, afirmou a procuradora Lívia Sousa.

ascom

sexta-feira, 19 de março de 2010

MPF avalia atividades desenvolvidas na preservação do Vale dos Dinossauros

O Ministério Público Federal (MPF), através da procuradora da República Lívia Maria de Sousa, realizou, nesta semana, reunião com representantes de diversos órgãos, sobre as atividades realizadas em atendimento ao termo de ajustamento de conduta, celebrado em março de 2009, para garantir a preservação do Vale dos Dinossauros, sítio geológico e paleontológico localizado na Bacia do Rio do Peixe, em Sousa, a 414 quilômetros da capital.

A reunião contou com a presença de representantes do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep), Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Sousa, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis (Ibama), Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) e procuradores Federais.

Na oportunidade, o DNPM esclareceu o motivo pelo qual retirou uma pedra contendo pegadas de dinossauros, que estava a região da Bacia do Rio do Peixe. A pedra, que foi entregue, ano passado, à Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, já foi recolhida e ficará no DNPM até a restruturação do museu de Sousa.

Neste sentido, recomendou o Ministério Público Federal que o DNPM somente proceda qualquer salvamento ou extração de pedras contendo pegadas dos dinossauros na referida região, mediante prévia consulta aos órgãos envolvidos com sua proteção, notadamente, o Iphan, e comunicação ao Ibama e MPF.

Já o município de Sousa e a Sudema devem realizar, em 30 dias, uma capacitação para os servidores que prestam serviço na Unidade de Conservação “Vale dos Dinossauros”, disponibilizando, ainda, 20 vagas para a sociedade civil.

A prioridade é para pessoas que residem nas proximidades dos 'sítios' com vulnerabilidade média e alta, apontados no relatório do DNPM. A capacitação deve ser oferecida em parceria com o referido órgão e o Iphan.

Além disso, recomendou-se que o Ibama e o DNPM intensifiquem a fiscalização contra extração irregular de areia na bacia do Rio do Peixe, providenciando a devida autuação dos infratores.

Novo termo de compromisso

Tendo em vista o exaurimento do termo de ajustamento de conduta celebrado em 2009, o MPF elaborará novo termo visando à preservação dos sítios paleontológicos, existentes na Bacia do Rio do Peixe, dessa vez voltado ao trabalho de demarcação dos polígonos da área, bem como à fixação de novas obrigações.

A minuta será analisada pelos órgãos envolvidos, facultando aos mesmos a apresentação de contra-proposta, no prazo de 10 dias a contar da data de recebimento.

Ministério do Turismo e Petrobras

Na reunião, foi informado que o Ministério do Turismo firmou convênio, através de emenda parlamentar, de mais de 1 milhão de reais, para recuperação da área. Mas, de acordo com informações de técnicos do Iphan, o convênio colide, em parte, com projeto já aprovado pela Petrobras para recuperar a área.

Ocorre que o projeto elaborado entre a Petrobras e a Sudema prevê a recuperação da área, mas não dispõe nada em relação à parte do museu. Já o convênio do Ministério do Turismo prevê a destruição de tudo e novas construções.

“Trata-se de dinheiro público, por isso o Ministério Público Federal vai requisitar plano de trabalho e recomendar que qualquer alteração na área apenas seja feita com a expressa anuência do órgãos envolvidos”, afirmou a procuradora Lívia Sousa.

Da Ascom da Procuradoria da República na Paraíba