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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Prefeito Fábio Tyrone vai a Câmara Municipal de Sousa discutir o turismo da cidade.


Na sessão realizada na tarde de ontem sexta-feira (07/10) na Câmara de Vereadores de Sousa foram discutidas as possibilidades turísticas do município, e como fazer a cidade avançar se utilizando de suas reservas naturais.


O Prefeito de Sousa Fábio Tyrone destacou a potencialidade turística que Sousa dispõe.


“A cidade tem o Vale dos Dinossauros, o Perímetro irrigado de São Gonçalo, que com a “Rodovia da Produção”, poderá ganhar hotéis fazendas, para atender aos turistas”. Declarou.


O Prefeito ainda lembrou que a cidade conta hoje com uma rede hoteleira e de restaurantes que não fica atrás de outros lugares que sabem explorar melhor o turismo.


“Outras cidades sabem melhor explorar e divulgar suas potencialidades turísticas. Nós ainda temos muito para avançar, e precisamos estar unidos, poder público e sociedade, para trazermos os turistas para Sousa, não só para conhecer o nosso vale, mas também para ficarem aqui e aproveitar todas as coisas boas que temos a oferecer”. Ressaltou.


Um outro problema também discutido foi a situação que o Vale dos Dinossauros se encontra atualmente, com sérios problemas de infraestrutura, danos causados às pegadas pré-históricas pelas chuvas, e a falta de investimentos na recuperação do parque e que também foram abordados na seção.


O Vale dos Dinossauros é administrado pela SUDEMA, que anunciou um investimento emergencial de cerca de R$ 700 mil reais até o final do ano, e início do próximo.


Fonte: Portal950

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Vale dos Dinossauros è Destaque no site UOL






Siga pegadas pré-históricas no Vale dos Dinossauros em Sousa, no sertão da Paraíba


Diz a tradição local que em 1897 um velho tropeiro viajante chegou em casa com a notícia de que havia encontrado imensos rastros de bois e emas sobre pedras do sertão, no extremo oeste da Paraíba.


Os boatos correram e já se dizia que eram marcas deixadas por um lobisomem ou alguma alma que vagara por aquelas terras distantes. Mas aqueles misteriosos sinais tinham pouco de sobrenatural e eram pistas do plano terreno mesmo: pegadas de dinossauros, cuja veracidade seria confirmada pelo geólogo Luciano Jacques de Moraes, em 1924.


A história ficou submersa, literalmente, por alguns anos devido à falta de interesse local ou de estudos paleontológicos sérios até que o século seguinte fosse marcado por descobertas que colocariam o local entre os sítios paleontológicos mais importantes do planeta.


Localizado em Sousa, a 444 km de João Pessoa, a capital da Paraíba, o Vale dos Dinossauros possui 40 hectares de extensão e abriga pegadas pré-históricas sedimentadas no solo como as do iguanodonte herbívoro, um animal de 3 metros e que chegava a pesar 4 toneladas, e de ferozes carnívoros como o velociraptor ou o pterossauro.


Os nomes complexos, acompanhados de descrições detalhadas sobre o cotidiano daqueles seres dadas pelo guia, nem sempre empolgam, mas ver de perto rastros de, aproximadamente, 110 milhões de anos pode ser uma das experiências mais inusitadas do interior do Nordeste brasileiro, mesmo após uma viagem de quase seis horas por uma das regiões mais quentes daquele estado e a estrutura precária do parque que, segundo funcionários locais, deve ser melhorada com a parceria de uma empresa privada.


O local, que faz parte de uma grande área de 700 km², conta com três passarelas para observação de pegadas e de 13 placas no solo que, juntas, totalizam 130 milhões de anos de informações geológicas; um pequeno centro de visitantes com um acervo formado por peças como uma árvore fossilizada de 110 milhões de anos e recortes de pedras com outros tipos de pegadas animais.


A região parece mesmo ter talento para os temas misteriosos e abriga também um hotel tradicional cujas águas locais possuem poderes terapêuticos. Inaugurado no início da década de 40, o estabelecimento se localiza na zona rural de São João do Rio do Peixe e é conhecido pelas cinco fontes termais e pela argila medicinal utilizada em tratamentos de doenças de pele ou de beleza.


Segundo estudos feitos ainda na década de 30 do século passado, aquelas águas têm origem filoniana e atingem a superfície a partir de uma fenda geológica que seria resultado de antigas manifestações vulcânicas.


Para completar o clima histórico desse estabelecimento, cuja administração está sob os cuidados do governo paraibano desde 1964, a estância termal está construída na mesma região onde um dia funcionara a fazenda das freiras do Convento da Glória, doada por padres jesuítas e inspiração suficiente para que o hotel tivesse evidentes referências a aquele tipo de construção religiosa.


Em território tão árido e distante, o melhor programa ainda é ver rastros de dinossauros e tomar banhos em águas cujas temperaturas variam, naturalmente, entre 35o e 37o. Nem a imaginação fértil daquela gente do final do século 19 foi capaz de imaginar tantas boas e misteriosas histórias para aquelas terras.



Veja fotos no endereço:

http://viagem.uol.com.br/ultnot/2011/07/26/na-pegada-dos-dinossauros-do-sertao-do-extremo-oeste-da-paraiba.jhtm

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Descobertas novas pegadas de Dinossauros em cidade Sertaneja. Veja fotos!

Embora a descoberta de novas pegadas possa ser considerada difícil na atualidade dado que todos os lugares já foram praticamente explorados no passado, ocorre, entretanto que com um pouco de sorte novas áreas podem apresentar estas ocorrências devido ao processo de erosão nas rochas cretáceas em lugares localizados nos leitos dos rios.

No sitio Araçás, por exemplo, enquanto as cheias do Rio do Peixe já ocasionaram a destruição de outras pegadas, novas camadas de rochas sedimentares vêm à luz e assim, surgem novas pegadas de dinossauros e outras ocorrências da paleontologia.


Sabemos, entretanto que as novas pegadas poderão sofrer o mesmo processo de erosão vindo a ser destruídas pela natureza. É claro que a única alternativa de salvá-las da destruição é o processo de corte das rochas onde estão impressas e posteriormente levadas para o museu. Antes, porém de ser adotada tal providencia precisa de autorização do Ministério Publico Federal e ainda, que o trabalho seja realizado por profissional especializado, terá que ser com o acompanhamento de paleontólogo.


As novas pegadas estão no sitio Araçás no município de São João do Rio do Peixe, sertão da Paraíba.


VEJA MAIS IMAGENS ABAIXO:



Luiz Carlos da Silva Gomes