quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Até que em fim: Governo do estado esta montando plano para revitalização do Vale dos Dinossauros em Sousa.


O Governo do Estado está montando plano de revitalização do Vale dos Dinossauros, localizado no município de Sousa, considerando sua importância como patrimônio cultural da humanidade.

Nesse sentido, informou que a obra está orçada em cerca de R$ 660 mil reais, compreendendo a recuperação do museu, passarelas, casa da sede e quiosques.

O Vale dos Dinossauros, localizado no sítio Passagens das Pedras, município de Sousa, merece, não apenas o reconhecimento, mas, também a dedicação da ação estatal na preservação e consolidação do sítio paleontológico, dada a sua importância para a Paraíba.

Valor específico do orçamento: R$ 659.309,85.


Repóter 97 com ASCOM da Casa Civil

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O Vale do Abandono

Por Inaldo Leitão

24/10/2011

Até as águas do Rio do Peixe sabem que os dinossauros sumiram há milhões de anos. Qualquer vivente sabe a importância científica que têm os dinossauros. E dez entre dez cientistas sabem que têm um desafio ainda não vencido: determinar a causa da extinção destes répteis e tranqüilizar os humanos sobre a (im)possibilidade da própria extinção. Pergunto: por que raios os dromedários homens públicos insistem em não dar a devida importância ao que é indisfarçavelmente importante?

O Vale dos Dinossauros de Sousa está desmoronando. E não é de hoje. Essa ruína vem avançando progressivamente ao longo do tempo. Não me lembro o ano exato – deve ter sido no final da década de 90 – mas João Estrela era prefeito quando ocorreu a única intervenção consistente no Vale. As passarelas, os diques de proteção e os ambientes de visitação foram erguidos naquela ocasião. Isso fora oriundo de um convênio celebrado entre as três esferas de Poder. Ainda houve quem se opusesse à participação da Prefeitura por ser Estrela nosso adversário na época. Com o poder que tinha, mandei liberar o convênio, ora.


Um pouco antes, houve outro momento em que os dinossauros ganharam certo impulso. Mariz e Marcondes eram Congressistas, eu era diretor do Campus VI e o Reitor da UFPB era Jackson Carvalho. Celebramos um convênio com o CNPq, então presidido pelo paraibano Linaldo Cavalcanti, e implantamos o laboratório de produção de réplicas. Isso depois de um encontro histórico no Campus, ocasião em que reuni as duas principais forças políticas sousenses e dali saiu a “Carta de Sousa”, lida por Mariz na tribuna da Câmara dos Deputados.

Faz muito tempo que Sousa e o mundo tomaram conhecimento da existência daquele que é um dos sítios paleontológicos mais importantes do planeta. Foi em 1920. O autor da façanha respondia pelo nome de Luciano Jaques de Moraes e era engenheiro de profissão. Quando soube que alguns nativos mencionavam “rastros de emas gigantes” na Passagem das Pedras, foi lá e os identificou como sendo de diversas espécies de dinossauros. Cinco décadas e meia depois (1975), o Padre Giuseppe Leonardi aportou na área e iniciou a descoberta (literalmente também) das pegadas. Elas estavam afogadas sob terras e pedras, como boa parte, ainda hoje.

Entre a descoberta de Luciano e a escavação do Padre Leonardi foram decorridos 50 anos. Entre a chegada do Padre e a intervenção da prefeitura lá se foram mais de 20 anos. E entre a construção do parque e os dias atuais, levamos quase 20 anos. Quanto tempo vamos levar para recuperar o combalido Vale? Ou para aprender a pelo menos conservar o acervo existente? Só Deus sabe. Mas é de se esperar que os intervalos temporais acima não se repitam. O danado é que em Sousa os dinossauros são como os ciganos: muito falados, quando conveniente, e pouco lembrados, quando necessário agir. Donde se conclui que há dois tipos de dinossauros: os extintos, soterrados no Vale do Abandono; e os vivos, detentores de mandatos e portadores da síndrome da indiferença.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Vale dos Dinossauros, em Sousa, está abandonado.

O Vale dos Dinossauros é uma das mais importantes áreas de preservação histórica da Paraíba. Essa matéria sobre o abandono do Vale dos Dinossauros saiu na TV PARAÍBA/TV CABO BRANCO no dia 17/10/2011, é uma pena um lugar histórico tão importante passar nesse estado de verdadeiro abandono.

Para ver a matéria completa, assista ao vídeo nesse link:

http://g1.globo.com/videos/paraiba/v/vale-dos-dinossauros-em-sousa-esta-abandonado/1665603/

Prefeito Fábio Tyrone vai a Câmara Municipal de Sousa discutir o turismo da cidade.


Na sessão realizada na tarde de ontem sexta-feira (07/10) na Câmara de Vereadores de Sousa foram discutidas as possibilidades turísticas do município, e como fazer a cidade avançar se utilizando de suas reservas naturais.


O Prefeito de Sousa Fábio Tyrone destacou a potencialidade turística que Sousa dispõe.


“A cidade tem o Vale dos Dinossauros, o Perímetro irrigado de São Gonçalo, que com a “Rodovia da Produção”, poderá ganhar hotéis fazendas, para atender aos turistas”. Declarou.


O Prefeito ainda lembrou que a cidade conta hoje com uma rede hoteleira e de restaurantes que não fica atrás de outros lugares que sabem explorar melhor o turismo.


“Outras cidades sabem melhor explorar e divulgar suas potencialidades turísticas. Nós ainda temos muito para avançar, e precisamos estar unidos, poder público e sociedade, para trazermos os turistas para Sousa, não só para conhecer o nosso vale, mas também para ficarem aqui e aproveitar todas as coisas boas que temos a oferecer”. Ressaltou.


Um outro problema também discutido foi a situação que o Vale dos Dinossauros se encontra atualmente, com sérios problemas de infraestrutura, danos causados às pegadas pré-históricas pelas chuvas, e a falta de investimentos na recuperação do parque e que também foram abordados na seção.


O Vale dos Dinossauros é administrado pela SUDEMA, que anunciou um investimento emergencial de cerca de R$ 700 mil reais até o final do ano, e início do próximo.


Fonte: Portal950

sábado, 8 de outubro de 2011

Exclusivo: Encontradas pequenas pegadas de dinossauros na Bacia do Rio do Peixe



Luiz Carlos da Silva Gomes

Desde muito tempo atrás os agricultores da Bacia do Rio do Peixe usam lâminas de rochas sedimentares para a construção de cercas, de moradias rurais e os mais diversos usos afins porque fornecem cortes perfeitamente cretos e planos.

Com os pedaços de rochas sedimentares cortados, vão juntos desde pegadas de dinossauros a outras ocorrências da paleontologia que no desconhecimento dos sertanejos nem sabem distinguir o que seja ou pegada ou uma depressão geológica erosiva na rocha cretácea.

“Já há alguns dias passados percorrendo roças encontrei ao pé de cercas pedaços de rochas contendo pequenas pegadas de dinossauros”.

“Num pedaço de rocha há uma pequena trilha com três pegadas em linha reta. Já em outro duas
pegadas preenchidas por sedimentos, seguindo em sentidos opostos, muito interessantes e por que não dizer: inéditas”. “Antes, havia encontrado pegadas idênticas as que achei em pedras soltas ao pé de cercas nos sítios Juazeiri nho e Araçás, no município de São João do Rio do Peixe - PB” (fotos).



No passado o paleontólogo Giuseppe Leonardi catalogou inúmeras pegadas de dinossauros que existiam em cercas de pedra no sitio Cabra Assada, no município de São João do Rio do Peixe. Com a construção da BR-405/PB essas cercas foram totalmente destruídas porque estavam no leito da nova rodovia.

Vale destacar que essas preciosidades da paleontologia que se encontra em tais condições, ou seja, passíveis a destruição, fornecem preciosas informações de interesse científico, carecem, entretanto de serem levadas para museus preferencialmente localizados na Bacia do Rio do Peixe, com a indicação dos locais onde foram encontradas para a admiração do público em geral e futuras pesquisas sobre o Vale dos Dinossauro.


Corpo de Bombeiros faz inspeção no Vale dos Dinossauros

Dando continuidade às inspeções em pontos turísticos do Estado, o Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba, por meio dos integrantes da 2ª Companhia, instalada em Sousa, esteve no início da tarde desta sexta-feira (7) no Vale dos Dinossauros, na cidade de Sousa. Os militares verificaram as condições das pontes, das grades de proteção e trilhas utilizadas pelos visitantes.

As inspeções estão sendo realizadas por determinação do comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Jair Carneiro de Barros, com o objetivo de garantir a segurança dos visitantes de locais turísticos da Paraíba. O trabalho foi iniciado no final do mês passado, em Guarabira, quando os bombeiros do 3º Batalhão estiveram no Santuário de Frei Damião (o local, desde a sua inauguração, em 2004, já recebeu mais de 200 mil turistas e fiéis).

Para agilizar o atendimento às ocorrências na região de Sousa, além do pessoal que fica no quartel, o Corpo de Bombeiros mantém um ponto base próximo à saída para Uiraúna. “Estamos cumprindo determinação do governador, que quer os órgãos de segurança mais próximos do povo”, disse o major Carlos Jean, comandante da ação no Vale dos Dinossauros

Assessoria de Comunicação da 1ª CRBM com Secom/PB

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Talentos da Paraíba: o entrevistado desta semana é Berg Almeida

O sousense e artista plástico Berg Almeida foi entrevistado no programa JPB 1, da Tv Paraíba, o quadro homenageia o artista plástico que tem obras espalhadas pelo sertão do Estado.

Assista ao vídeo da entrevista nessa link abaixo:

http://g1.globo.com/videos/paraiba/v/talentos-da-paraiba-o-entrevistado-desta-semana-e-berg-almeida/1632251/#/Bom

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Vale dos Dinossauros è Destaque no site UOL






Siga pegadas pré-históricas no Vale dos Dinossauros em Sousa, no sertão da Paraíba


Diz a tradição local que em 1897 um velho tropeiro viajante chegou em casa com a notícia de que havia encontrado imensos rastros de bois e emas sobre pedras do sertão, no extremo oeste da Paraíba.


Os boatos correram e já se dizia que eram marcas deixadas por um lobisomem ou alguma alma que vagara por aquelas terras distantes. Mas aqueles misteriosos sinais tinham pouco de sobrenatural e eram pistas do plano terreno mesmo: pegadas de dinossauros, cuja veracidade seria confirmada pelo geólogo Luciano Jacques de Moraes, em 1924.


A história ficou submersa, literalmente, por alguns anos devido à falta de interesse local ou de estudos paleontológicos sérios até que o século seguinte fosse marcado por descobertas que colocariam o local entre os sítios paleontológicos mais importantes do planeta.


Localizado em Sousa, a 444 km de João Pessoa, a capital da Paraíba, o Vale dos Dinossauros possui 40 hectares de extensão e abriga pegadas pré-históricas sedimentadas no solo como as do iguanodonte herbívoro, um animal de 3 metros e que chegava a pesar 4 toneladas, e de ferozes carnívoros como o velociraptor ou o pterossauro.


Os nomes complexos, acompanhados de descrições detalhadas sobre o cotidiano daqueles seres dadas pelo guia, nem sempre empolgam, mas ver de perto rastros de, aproximadamente, 110 milhões de anos pode ser uma das experiências mais inusitadas do interior do Nordeste brasileiro, mesmo após uma viagem de quase seis horas por uma das regiões mais quentes daquele estado e a estrutura precária do parque que, segundo funcionários locais, deve ser melhorada com a parceria de uma empresa privada.


O local, que faz parte de uma grande área de 700 km², conta com três passarelas para observação de pegadas e de 13 placas no solo que, juntas, totalizam 130 milhões de anos de informações geológicas; um pequeno centro de visitantes com um acervo formado por peças como uma árvore fossilizada de 110 milhões de anos e recortes de pedras com outros tipos de pegadas animais.


A região parece mesmo ter talento para os temas misteriosos e abriga também um hotel tradicional cujas águas locais possuem poderes terapêuticos. Inaugurado no início da década de 40, o estabelecimento se localiza na zona rural de São João do Rio do Peixe e é conhecido pelas cinco fontes termais e pela argila medicinal utilizada em tratamentos de doenças de pele ou de beleza.


Segundo estudos feitos ainda na década de 30 do século passado, aquelas águas têm origem filoniana e atingem a superfície a partir de uma fenda geológica que seria resultado de antigas manifestações vulcânicas.


Para completar o clima histórico desse estabelecimento, cuja administração está sob os cuidados do governo paraibano desde 1964, a estância termal está construída na mesma região onde um dia funcionara a fazenda das freiras do Convento da Glória, doada por padres jesuítas e inspiração suficiente para que o hotel tivesse evidentes referências a aquele tipo de construção religiosa.


Em território tão árido e distante, o melhor programa ainda é ver rastros de dinossauros e tomar banhos em águas cujas temperaturas variam, naturalmente, entre 35o e 37o. Nem a imaginação fértil daquela gente do final do século 19 foi capaz de imaginar tantas boas e misteriosas histórias para aquelas terras.



Veja fotos no endereço:

http://viagem.uol.com.br/ultnot/2011/07/26/na-pegada-dos-dinossauros-do-sertao-do-extremo-oeste-da-paraiba.jhtm

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Dinossauros estrelam exposição no Museu de História Natural de Los Angeles

Os dinossauros trocarão Hollywood pelo Museu de História Natural de Los Angeles (NHM), a partir do próximo sábado (16), com a inauguração de uma das maiores exposições do mundo sobre esses animais pré-históricos. Veja mais em: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/942371-dinossauros-estrelam-exposicao-no-museu-de-historia-natural-de-los-angeles.shtml

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Descobertas micro-conchas com mais de 110 milhões de anos no Vale dos Dinossauros em Sousa

Habituado a ver rochas com suas cores características das Formações Antenor Navarro, Sousa e Piranhas, para mim foi uma novidade ver rochas de arenitos finos esbranquiçados retirados de escavações para a construção do trecho da rodovia BR-405/PB ligando São João do Rio do Peixe a Marizópolis.

Fascinado como sou em pesquisa de novos achados na área de paleontologia no Vale dos Dinossauros, tão logo vi os blocos de rochas serem depositados a margem da estrada, senti-me atraído para buscar algo que pudesse conte
r naquelas rochas muita parecidas com as da Bacia do Araripe.

O tempo passou, a estrada foi concluída e finalmente fui verificar aquelas de pe
rto. Para a minha surpresa encontrei em dois blocos de rochas distintos milhares micro-conchas bivalves (fotos). E num outro bloco isolado, uma pegada de dinossauro terópode quebrada ao meio (lamentável).

Outrora eu já havia encontrado dessas mesmas conchas no Serrote dos Letreiros, numa área bem restrita, coincidentemente, em arenito fino da formação Antenor Navarro.

Estes blocos de arenitos esbranquiçados aqui referidos estão próximos ou senão dentro da Formação Piranhas devido a sua proximidade com o Sitio Cabra Assada.

Estas ocorrências de micro-conchas bivalves, sem dúvida deverão ser preservadas para futuras pesquisas, mas, entretanto, soube de morador da localidade que os blocos de pedra estão sendo quebrados para utilização na construção civil.

Será que tem como transportar pa
ra a área do Complexo Turístico Vale dos Dinossauros as rochas que contém micro-conchas bivalves?

Permanecendo no local poderão ser destruídas igualmente aconteceu com as cercas de pedras do sitio “Cabra Assada” onde o paleontólogo Giuseppe Leonardi catalogou inúmeras pegadas de dinossauros, mas foram destruídas durante a construção da BR-405/PB.

VEJA MAIS IMAGENS ABAIXO:


FOLHADOSERTAO com Luiz Carlos da Silva Gomes

















quinta-feira, 16 de junho de 2011

Descobertas novas pegadas de Dinossauros em cidade Sertaneja. Veja fotos!

Embora a descoberta de novas pegadas possa ser considerada difícil na atualidade dado que todos os lugares já foram praticamente explorados no passado, ocorre, entretanto que com um pouco de sorte novas áreas podem apresentar estas ocorrências devido ao processo de erosão nas rochas cretáceas em lugares localizados nos leitos dos rios.

No sitio Araçás, por exemplo, enquanto as cheias do Rio do Peixe já ocasionaram a destruição de outras pegadas, novas camadas de rochas sedimentares vêm à luz e assim, surgem novas pegadas de dinossauros e outras ocorrências da paleontologia.


Sabemos, entretanto que as novas pegadas poderão sofrer o mesmo processo de erosão vindo a ser destruídas pela natureza. É claro que a única alternativa de salvá-las da destruição é o processo de corte das rochas onde estão impressas e posteriormente levadas para o museu. Antes, porém de ser adotada tal providencia precisa de autorização do Ministério Publico Federal e ainda, que o trabalho seja realizado por profissional especializado, terá que ser com o acompanhamento de paleontólogo.


As novas pegadas estão no sitio Araçás no município de São João do Rio do Peixe, sertão da Paraíba.


VEJA MAIS IMAGENS ABAIXO:



Luiz Carlos da Silva Gomes

domingo, 12 de junho de 2011

TAC do Vale dos Dinossauros


Há 2 anos, o Ministério Público Federal (Procuradoria de Sousa) firmava o TAC Termo de Ajustamento de Conduta para com os envolvidos na conservação e manutenção do Complexo Turístico Vale dos Dinossauros. São eles: IPHAN, IBAMA, DNPM, SUDEMA e o Município de Sousa.
Faça um paralelo das obrigações individuais de cada Órgão com o atual estado do Vale. Havia prazo de até 90 dias para que cada Órgão Público cumprisse com o termo. Pelo visto, nada saiu do papel. Leia agora o documento original e vamos cobrar de cada um deles. Vamos exercer nosso direito de cidadão.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Marcondes Gadelha participa do prog. Bastidores da Tv Master do Pe Albeni que leu uma pergunta do telespectador do Grupo G.A.S - Grupo Amigos de Sousa

No programa Bastidores da Tv Master do último dia 5, com o entrevistado Macondes Gadelha, o padre Albeni leu uma pergunta via torpedo de um telespectador do Grupo Amigos de Sousa – www.soudoidoporsousa.blogspot.com

A Pergunta foi a seguinte:


- “ Pergunte a Marcondes se a verba pro Vale dos Dinossauros sai ou não sai.”


A resposta foi: - “A verba dos Dinossauros já saiu! Não foi aplicada infelizmente até agora!”


Veja o vídeo e tire suas conclusões: Onde está esse dinheiro? R$ 1.800.000,00 é muito dinheiro pra não saberem do paradeiro. Marcondes fez a parte dele em mandar a verba para o Governo Estadual (Secretaria de Turismo), resta apenas rastrear esse dinheiro a partir do número da Emenda. Com certeza o nosso “eterno senador” sousense irá nos mostrar o “caminho das águas” para que possamos chegar ao paradeiro final da verba pro Vale que tanto necessita de ajuda. Será que a verba se encontra ainda depositada em Banco? Terá essa verba voltada à origem por falta de algum detalhe no projeto ou simplesmente ela se “escafedeu” nos trâmites burocráticos/políticos? Com a palavra o dr. Marcondes, o Governo do Estado ou o Ministério Público Federal.


video

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Criação do Geoparque Vale dos Dinossauros. Luiz Carlos Comenta esse sonho em Sousa

O Vale dos Dinossauros no que pese a fama de reconhecimento mundial a partir das publicações do paleontólogo Giuseppe Leonardi, salvo uma sugestão ou outra de publicações para ser visitado, não tem aparecido na mídia como um lugar que esteja apto no momento para receber turistas seja do Brasil ou do exterior. Não preciso repetir aqui o péssimo estado de conservação de suas instalações de infra-estrutura turística que já são do conhecimento público.

O nosso Vale dos Dinossauros que poderia – e ainda deverá ser – um grande gerador de emprego e rendas para os diversos segmentos da economia sousense tem recebido até aqui pouca ou nenhuma atenção a altura de suas necessidades enquanto santuário da paleontologia brasileira. Ora são pegadas que se desmancham pela erosão, ora sob estradas que passam sobre pegadas.


Enfim, onde estão as políticas de preservação dos nossos sítios arqueológicos?


Aliando-se a esse descaso, gerenciamento sem os conhecimentos mínimos necessários tem contribuído para chegar ao caos em que se encontra a nossa principal atração turística.


Espera-se, que após a aplicação dos valores que já foram anunciados oriundos de emenda do deputado federal Marcondes Gadelha e da Petrobrás, possa enfim, serem construídas as obras estruturais destinadas ao ecoturismo satisfazendo-se ainda todas as carências atualmente existentes.


GEOPARQUE

O Vale dos Dinossauros, já por si, por suas relíquias paleontológicas já tem todas as condições indispensáveis para ser proposta a criação de um Geoparque a UNESCO seja por lei municipal ou estadual. Passará assim após a aprovação da UNESCO a integrar uma rede mundial de Geoparques.

Além das pegadas dos dinossauros, existem no sertão da Paraíba diversos sítios arqueológicos com evidencias da presença humana há milhares de anos antes da chegada da Cabral.


Na Serra Branca (Vieirópolis-Pb) o arqueólogo Eugenio Pacelli fez uma datação com o Carbono 14 de fogueira em uma caverna com pinturas rupestres datada de 7.600 anos atrás.


Adicionalmente, um Geoparque deve servir à popularização das geociências, educação ambiental e cultural e promoção da pesquisa científica. “Por fim, cabe destacar que essas são as premissas para um proposto Geoparque submeter-se à candidatura de Geopark da UNESCO”.


O Vale dos Dinossauros ainda será sem dúvida, uma das maiores atrações turísticas do Brasil, paralelamente servindo a pesquisa arqueológica.


Luiz Carlos da Silva Gomes
Presidente da MoviSauro

Fonte: site http://folhadosertao.com.br/